Manifestantes mapuches estão em greve de fome há três meses, como forma de protestar contra os abusos sofridos pelos governos do Chile e da Argentina. Eles pretendem clamar ao Chile pelo fim da criminalização, da violência, repressão e perseguição das comunidades, minorias, líderes e ativistas mapuches no país.
Há ainda intenções de acionar a Organização das Nações Unidas (ONU) para requerer suporte especial para os povos indígenas, a partir da investigação e levantamento sobre os territórios tradicionais mapuche. Além disso, pretendem levar à ONU a repressão e graves violações aos direitos humanos que vêm sofrendo.
Ao todo, 14 manifestantes estão comprometidos com a greve. Eles estão sem comer desde 12 de julho, há mais de três meses. A situação tem preocupado a representante do Conselho Interregional Mapuche, na Organização das Nações e Povos Não Representados (UNPO), Gilmara Benevides, que levou a situação ao comitê.
Há ainda intenções de acionar a Organização das Nações Unidas (ONU) para requerer suporte especial para os povos indígenas, a partir da investigação e levantamento sobre os territórios tradicionais mapuche. Além disso, pretendem levar à ONU a repressão e graves violações aos direitos humanos que vêm sofrendo.
Ao todo, 14 manifestantes estão comprometidos com a greve. Eles estão sem comer desde 12 de julho, há mais de três meses. A situação tem preocupado a representante do Conselho Interregional Mapuche, na Organização das Nações e Povos Não Representados (UNPO), Gilmara Benevides, que levou a situação ao comitê.
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