Após a reabertura da sessão em Genebra, as delegações do Conselho de Direitos Humanos (CDH) pretendem ler o documento que defende a independência do Kosovo como meio de solucionar o conflito existente.
A resolução transitória, a qual defende a emancipação de Kosovo, prevê o acompanhamento da ONU em dois momentos após o reconhecimento da autonomia do território. O primeiro consiste na implantação de um governo provisório de dois anos sob a tutela da organização internacional. O segundo será a realização de uma eleição com voto livre, secreto e universal para eleger um governo que terá a fiscalização da ONU caso seja necessário.
O debate sobre o conflito de Kosovo foi o primeiro consenso das delegações e o documento provisório é o resultado dessas discussões que atentam para a emergência de uma resolução final no CDH.
A resolução transitória, a qual defende a emancipação de Kosovo, prevê o acompanhamento da ONU em dois momentos após o reconhecimento da autonomia do território. O primeiro consiste na implantação de um governo provisório de dois anos sob a tutela da organização internacional. O segundo será a realização de uma eleição com voto livre, secreto e universal para eleger um governo que terá a fiscalização da ONU caso seja necessário.
O debate sobre o conflito de Kosovo foi o primeiro consenso das delegações e o documento provisório é o resultado dessas discussões que atentam para a emergência de uma resolução final no CDH.
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