A delegada da Síria, Cynthia Bulik, encontrada morta na manhã de sexta-feira, abalou o Comitê para Desarmamento e Segurança Internacional. A sessão começou com um minuto de silêncio em respeito à diplomata.
Segundo informações, o corpo da diplomata foi encontrado no sofá da sala de estar do seu apartamento, que estava com a porta entreaberta. Um funcionário do prédio foi o primeiro a encontrar Bulik.
A representante siriana se mostrou contra a atitude dos Estados Unidos e do Conselho de Segurança das Nações Unidas no conflito no Iraque entre os curdos e turcomanos. Por isso alguns membros do comitê expuseram suas condolências à morte da colega e demonstraram preocupação com o fato. O principal temor é que o ocorrido tenha sido um atentado, e muitos dos representantes pediram mais segurança, além de uma investigação bem detalhada.
O delegado japonês foi o único que não demonstrou tanto pesar. “Precisamos prezar pela coletividade. A vida da delegada siriana chegou ao fim e pronto”, disse o diplomata após pedir para que a reunião fosse logo para o tema principal. Ele sofreu duras críticas dos outros integrantes do CDSI pela declaração.
O fato é que, por enquanto, o assassinato da diplomata da Síria é apenas boato. A perícia não detectou qualquer sinal de violência física, nem invasão do apartamento. A polícia de Nova York, o FBI e a Interpol estão investigando o caso, mas ainda não há esclarecimento sobre a morte.
Segundo informações, o corpo da diplomata foi encontrado no sofá da sala de estar do seu apartamento, que estava com a porta entreaberta. Um funcionário do prédio foi o primeiro a encontrar Bulik.
A representante siriana se mostrou contra a atitude dos Estados Unidos e do Conselho de Segurança das Nações Unidas no conflito no Iraque entre os curdos e turcomanos. Por isso alguns membros do comitê expuseram suas condolências à morte da colega e demonstraram preocupação com o fato. O principal temor é que o ocorrido tenha sido um atentado, e muitos dos representantes pediram mais segurança, além de uma investigação bem detalhada.
O delegado japonês foi o único que não demonstrou tanto pesar. “Precisamos prezar pela coletividade. A vida da delegada siriana chegou ao fim e pronto”, disse o diplomata após pedir para que a reunião fosse logo para o tema principal. Ele sofreu duras críticas dos outros integrantes do CDSI pela declaração.
O fato é que, por enquanto, o assassinato da diplomata da Síria é apenas boato. A perícia não detectou qualquer sinal de violência física, nem invasão do apartamento. A polícia de Nova York, o FBI e a Interpol estão investigando o caso, mas ainda não há esclarecimento sobre a morte.
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